Oriente vs. Ocidente
Novembro 13, 2006
Influenciada por tradições milenares, a culinária japonesa é consagrada no mundo ocidental tanto pela beleza e originalidade de seus pratos, como pela combinação harmoniosa de cores e sabores. Um dos traços mais marcantes dessa gastronomia de raízes antigas é o uso de produtos naturais, como peixes, legumes e verduras, que geralmente são servidos crus, ou levemente cozidos, para realçar o sabor. Esses ingredientes compõem uma dieta saudável e pouco calórica, que agradam bastante tanto quanto jovens como adultos. A comida japonesa está na moda, jovens sempre procuram um bom rodízio de comida japonesa para sentarem-se com os amigos e baterem um bom papo.A cozinha japonesa possui alguns ingredientes que são básicos para seu consumo, como molho de soja (shoyu), gengibre e gergelim. Entre esses alimentos básicos tem também: arroz, que sempre acompanha vários pratos, peixes, ampla variedade de legumes, hortaliças, bem como algas, macarrão, soja, chá e diversas frutas.Amplamente conhecida no Rio de Janeiro, as receitas clássicas japonesas são geralmente fáceis de fazer, mas requerem alguns cuidados básicos, sobretudo quanto ao corte dos alimentos e à temperatura das mãos ao manipular peixes – quanto mais frias, melhor – os mais conhecidos são os sushis, sashimis, missoshiru (sopinha), tempurá, teriyaki de peixe e o tradicional yakisoba.
O Rio de Janeiro está bem servido. Restaurantes como Manekineko, Sushi Leblon, Tanaka, Madame Butterfly, entre outros, suprem a necessidade de qualquer nipônico que sinta saudade de sua cidade natal, e também de qualquer carioca a fim de comer um bom peixe cru. A cozinha japonesa já conquistou o paladar de muitos cariocas, a comida leve e sua tradição são a perfeita receita para seu sucesso. O preço da comida japonesa é salgado e nem todos podem pagar a , porém quem tem cacife não se arrepende de gastar uma parte do salário para fazer uma refeição balanceada e bem saborosa.
As comidas japonesas e italianas já estão integradas ao cardápio do brasileiro, principalmente a segunda. O macarrão faz parte inclusive da cesta básica. No entanto, a relativa popularidade dos alimentos dessas duas cozinhas não os torna economicamente acessíveis a todos. Uma saída para esse problema seria o restaurante Spoleto, de culinária Italiana.
O primeiro Spoleto surgiu no ano de 1999
em Ipanema. Em 2006, ele passou a possuir uma filial na Cidade do México e pode ser localizado em quase todos os shoppings centers das grandes metrópoles do Brasil. As massas do restaurante são fornecidas por uma região chamada Barilla, direto da Itália e também são feitas com um tipo de grão especial, o grano duro, que dá a diferença e maciez de sabor.A organização da cozinha do restaurante é bem interessante e o atendimento é muito rápido. O cliente escolhe passo a passo exatamente tudo que ele quiser em seu prato. Primeiro, ele decide como vai ser temperado: alho e óleo, manteiga ou azeite. Em seguida, opta por um tipo de massa: farfalle, fettuccine, fusilli integrale ou tradicional, penne, spaghetti, capelletti ou ravioli. Depois, dentre as trinta e sete opções de ingrediente para acompanhar a massa, o cliente pode selecionar até oito. São muitas opções e há extensa possibilidade de variação, desde a abobrinha até a castanha do caju. Por fim, a escolha do molho, que pode ser tomate, bolonhesa, quatro queijos, rosé, branco e de funghi. Em menos de cinco minutos um delicioso prato de macarronada já está a sua espera no balcão. E os pratos são em torno de R$ 15,00 com refrigerante.Além desse esquema de fast food nutritivo, o restaurante também oferece saladas com três diferentes tipos de alface, carpaccio, frango, rosbife e peru. Lasagnas e todas as massas também podem ser gratinadas pelo Spoleto. Todos os pratos são elaborados pelo chef italiano Gianni Carboni.
Redatores – Patrick Lunau & Renata Garcia
Bartekim
Novembro 6, 2006
Alimentação na Universidade
Novembro 6, 2006
A Pontifícia Universidade Católica (PUC) tem todos os cursos concentrados em apenas um campus e, devido a isso, o número de opções para uma refeição rápida também é grande. Sanduíches naturais, doces, salgados, sucos, refrigerantes e várias outras opções de refeição podem ser encontradas. Além de serem os principais pontos de encontro dos alunos junto com os pilotis, esses points oferecem alimentos que agradam todos os gostos e também todas as dietas.O Restaurante Universitário é, sem dúvida, o local mais movimentado no horário do almoço. O Bandejão, como é conhecido, recebe mais de mil pessoas por dia. O cardápio é feito para oferecer refeições variadas e balanceadas. Dessa forma, cada dia há uma opção diferente de carne e acompanhamento mantendo sempre, é claro, o arroz e o feijão. O Bar das Freiras, localizado no prédio Leme, é uma lanchonete que doa para caridade toda a sua arrecadação. Há salgados, cafés, chás, sucos, sorvetes e pratos quentes com frango ou bife, arroz, feijão e salada. O Mr. Ali, também no prédio Leme, oferece, além de lanches, variedade de produtos naturais tais como sanduíches de pão integral, ricota, cenoura. O Eruditus, café conhecido por seu delicioso cookie gigante, também oferece crepes doces e salgados. O Na Medida tem como opções massas, pizzas e carpaccio. O Gourmet tem em sua refeições strognoff, nuggets, arroz integral, batata frita, carnes e frangos.Para quem tem um pouco mais de tempo e dinheiro para gastar, uma opção seria o restaurante Couve-flor. Para quem quer economizar e satisfazer-se existem as barraquinhas localizadas fora da PUC, que fazem promoção de um salgado e um copo de suco por apenas dois reais.
O point do marquinhos
Novembro 6, 2006
Dia-a-dia na cozinha do D’Amici
Novembro 6, 2006
Inaugurado em 1999 o restaurante D’Amici, comandado pelos maîtres cearenses Antônio Salustiano, Cândido e Manuel Alves que antes de se unirem para abrir o D’Amici trabalharam em variados notórios restaurantes, ganhou o terceiro prêmio consecutivo de melhor restaurante variado de acordo com a revista Veja. Contam também com a ajuda do sommelier Valmir Pereira, que garante a diversificada carta de vinhos.Por trás de uma administração que vem garantindo o sucesso do estabelecimento há 7 anos, “nos bastidores” existe uma equipe super preparada de chefs que conseguem agradar qualquer tipo de gosto, vai do simples ao mais sofisticado sem perder a qualidade. Adrenalina é o nome certo para caracterizar a chegada de um pedido na cozinha até a mesa do cliente. A temperatura da cozinha, com o restaurante mais ou menos cheio gira em torno de 60 graus, os chefs chegam a preparar cinco tipos de pratos diferentes em até 8 minutos, a cozinha é pequena, porém capaz de atender a todos os pedidos com rapidez e capricho. A sincronia de todos os chefs na cozinha, assim como a dos chefs com os garçons, impressiona, pois a rapidez com que tudo é feito era de se esperar desorganização, mas no final tudo da certo. Tudo começa às nove horas da manha, quando os comandantes da cozinha chegam para começar com o básico que vai desde o corte dos legumes ao descascar das batatas. No final do dia os chefs não agüentam mais ver comida, pois de tanto provarem para vê se o prato está com o tempero certo ficam satisfeitos. O restaurante abre ao meio-dia e fecha à uma hora da manha. Aos domingos o principal chef é o simpático carioca Roberto, que comanda a cozinha junto de quatro cearenses, José Felix, Edmilson, João e Marquinhos com muita seriedade e organização. A cozinha funciona em turnos, um a tarde e outro a noite, o horário a noite é mais calmo porém não deixa de ser menos solicitado do que o de tarde, horário em que o restaurante está sempre movimentado. Alguns temperos e molhos são pré-preparados o que torna alguns pratos mais fáceis e práticos na hora do pedido. Os assados são os pratos mais elogiados, mas as massas, frutos do mar, entradas e sobremesas também são bastante apreciados. O petit gâteau de goiabada com sorvete de queijo faz sucesso assim como a macia costeleta de cordeiro que desmancha na boca.